Quem já não cometeu um “crime”? Fez algo considerado errado mesmo pequenininho.
Quando criança o resultado imediato de algo que não deveria ser feito era um tremendo castigo. É claro que isso não impedia de aventurar-se pelos caminhos do proibido que se não gostoso e no mínimo curioso. Mesmo sabendo que o castigo viria.
Mas crescemos e de certa forma viramos senhores daquilo que devemos ou não fazer. Não nos importa muito a opinião alheia e às vezes o resultado da nossa ação.
Achamos e fazemos e ponto final.
E quanto ao castigo? Não nos preocupamos mais com ele que passa a ser no máximo uma consequencia dos nossos atos. Consequencia que dependendo da situação vale a pena correr o risco (!?).
Há quem diga que castigo vem a cavalo...
Há quem diga que vem a jato...
Há quem diga que ele não vem...
Há quem diga que castigo vem a cavalo...
Há quem diga que vem a jato...
Há quem diga que ele não vem...
Há quem não acredite no castigo...
Acredito que o castigo possa vir, embora não me preocupe em desejá-lo para ninguém.