Há pouco tempo atrás éramos dominados pelo medo, censura, e repreensão. O que era certo ou errado não dependia das nossas percepções, mas sim de alguém que nos dissesse. Diversos movimentos e a própria clareza do pensamento foram nos aproximando de nós mesmos.
Hoje experimentamos a era da liberdade.
Temos consciência que somos livres para fazer aquilo que mais nos convém.
Se o excesso de controle nos incomodava, o mau uso da nossa liberdade também está causando situações que geram no mínimo muita discussão.
É o caso da aluna da Unibam. Ela tem a liberdade de decidir qual roupa usar e o que mostrar. O seu direito é inquestionável! Mas isso não a impede de pensando na coletividade, escolher o que mais se ajusta ao ambiente em que está.
Os colegas têm liberdade de achar a roupa provocante, de não concordar com o modo como ela se vestiu. O direito a livre opinião. Mas isso não lhes permite agirem como um bando de ensandecidos e ofendê-la.
A faculdade pode fazer recomendações quanto à maneira de se vestir, mas não pode expulsar um aluno por algo que afeta apenas a pessoa em questão.
A solução para esse e tantos absurdos é compreender que a liberdade caminha ao lado do respeito tanto a si próprio quanto ao outro.